Foi relançado no Brasil o livro “O Caso dos Dez Negrinhos”, de Agatha Christie. Com um pequeno detalhe: mudaram o título para “E Não Sobrou Nenhum”.
Uma pronúncia engraçada, uma piada totalmente sem graça e a demonstração de que etiqueta à mesa nunca é demais, tudo no mesmo ambiente.
A cada nó o bambu fica mais forte e se curva frente à adversidade. Você consegue ligar esta metáfora e a situação que enfrentamos hoje?
A falta de foco impede que qualquer problema escancarado nas matérias do Fantástico, da TV Globo, vislumbre uma solução.
Uma lingua existe para cumprir seu papel de comunicar. Fazendo isso bem, para que mais vamos lamber esta cria que nasce diariamente?
Um bom equipamento custa caro, mas nem de longe se compara ao investimento necessário para comprar e manter um carro.
Até onde vão os limites das universidades e suas decisões imperativas e inesperadas?
Pouca coisa para pensar de verdade dá espaço para elocubrações e divagações nostálgicas, divertidas e interessantes.
O paulistano nunca está feliz com o clima na cidade. Quando esfria, ele reclama. Quando chove, ele reclama. E agora, nesta onda de calor, reclama também.
Da necessidade de fazer mais do que fogo, o Homem “inventou” a música e a nossa história nunca mais foi a mesma.