Da falta do hábito do registro para a paixão inescapável do clique fotográfico.
Colecionar as fotos de centenas de homens que jogam em times a milhares de quilômetros de distância de onde se vive é apenas um teste para a memória.
A 200km de Cuiabá, uma cidade onde o cansaço te faz ver coisas. Ou seria só café e trabalho demais?
Operadora de celular é igual cassino: você acha que está levando vantagem mas, no fim, “a casa sempre ganha”.
Na tragédia, quase tudo era previsível: a incompetência da polícia, a falta de tato da imprensa. Quase tudo, menos uma coisa.
Vídeos de aparições, frases desconexas, beijos feitos só de barulho, tabuada 2009 atualizada e senhas óbvias são os questionamentos de um dia de chuva.
A fixação em padrões de beleza femininos são problema exclusivamente masculino. As mulheres deveriam se amar como são.
Rir da tragédia alheia faz bem, mas rir de tudo e de qualquer coisa é exagero e desespero.
Os conceitos de quem somos partindo de uma visão nossa envolvem um enfrentamento, antes de tudo, da nossa identidade tal qual não a conhecemos.
A idéia de partilha da informação precisa ser melhor divulgada, para que se deixe de confundir colaboração com pirataria.