Simplesmente mídia?
O que não fazer em uma ação de social media marketing
No começo parecia fantástico: é muito mais efetivo um blogueiro inocente influenciar seus leitores compartilhando uma experiência bacana do que esses mesmos leitores serem influenciados por uma mídia tradicional. E realmente era. Mas a inocência inicial perdeu-se rapidamente.
Seguindo um ciclo natural, o cara começou a ver a procura por sua “influência” aumentar e profissionalizou a coisa: os blogs mais acessados viraram veículos como quaisquer outros, inventaram também o “twitte pago” e alguns cobram até para aparecer em eventos.
Em suma, o que a maioria das agências de social media fazem hoje é: mídia + RP + Assessoria de Imprensa.
Aquele leitor que confiava na opinião de seu blogueiro preferido continua confiando, mas ele já enxerga o publieditorial como publicidade tradicional. Então “post pago” não é mais social media, amigo. É mídia, ponto.
O envio de kits e os eventos para os “influentes das mídias sociais” já não são garantia de divulgação, assim como funciona com a imprensa. E cada vez mais os clientes estão percebendo: esse tipo de ação quase sempre NÃO entrega.
Claro que mandar uma blogueira, cujo blog tem por mês 1,5 milhão de unique visitors (de uma determinada idade e com um determinado interesse), pra Nova Iorque para a gata falar (obviamente bem) de um produto/serviço é válido. Ela possui um veículo com número e qualidade de acessos invejável. Brilhou na campanha, agência. Mas não venha chamar isso de mídia social, pois nós já sabemos que a boneca tem firma aberta, emite nota e tudo mais. Isso é simplesmente mídia (plus assessoria, plus RP, plus whatever…).
E agora, o que será do Social Media Marketing?
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Produtos muito bons, designes incríveis, campanha com entrega de conteúdo bacana e utilidades em geral são o segredo pra sua disseminação. Uma vez observada a relevância do produto/serviço + mais um criativo para ativar o interesse, as pessoas disseminarão por si só em suas benditas redes sociais.



